segunda-feira, outubro 29, 2007
Engrenagens do Sistema (parte 1)
Olhar para a tela e não conseguir dar o prosseguimento a tarefa, ler as instruções várias e várias vezes, saber, por elas, exatamente o que fazer, mas ter o receio de mudanças quando tudo estiver quase pronto, e ainda por cima ser chamado de lento por quem não se dá conta que a lentidão se dá pelo péssimo planejamento... (e quem não se dá conta, não o faz porque nem mesmo sabe que existe um planejamento).
Ele se pergunta porque não parou na quinta série pra ser Presidente da República...
Ele se pergunta porque não parou na quinta série pra ser Presidente da República...
quinta-feira, outubro 25, 2007
Ironias no Metropolitano
Não faz muito tempo entrei num vagão onde era visível um montinho de lixo... este estava localizado embaixo de uma placa que dizia "O metro-rio é um dos mais limpos do mundo."
Ontem volto para a Tijuca o trem quebra. Pedem para todos os usuários saírem... eu olho para o cartaz onde estava escrito. "O Metro-Rio possui um dos menores índices de falha do mundo"
Está decidido. Jamais entrarei num vagão se um dia me deparar com o cartaz. "O metro-rio possui a menor taxa de genocidios do mundo"
Ontem volto para a Tijuca o trem quebra. Pedem para todos os usuários saírem... eu olho para o cartaz onde estava escrito. "O Metro-Rio possui um dos menores índices de falha do mundo"
Está decidido. Jamais entrarei num vagão se um dia me deparar com o cartaz. "O metro-rio possui a menor taxa de genocidios do mundo"
Momentos em que a personalidade se forma
Lembrava-me ontem de um momento interessante, não sei o que é que entre a estação Saens Pena e a Siqueira Campos tinha para me fazer lembrar...
Era 1995, eu estava no meu ano de aluno agostiniano (sem mais perguntas), viajava com alguns colegas para Itatiaia. Levava meu violão a tiracolo. Na época, lembro-me bem de ter uma paixão adolescente-platônica, e que, como manda a tradição, era tijucana. Estudava no meu antigo colégio. Mas era uma paixão adolescente, daquelas que não tem hormonio que o faça olhar para outras... lembra até a mesma paixão que eu sinto hoje (viu noiva?).
Mas, ao contrário de hoje, como já disse, era uma paixão platônica, que inclusive namorava um faixa preta mega boga lutador de caratê. E eu, com meu tamanho, mas com meu jeito pacífico, resolvi ficar na minha e deixar passar.
De fato, esta pequena tristeza me acompanhava por aqueles tempos, mas meu violão a tiracolo era um bom anestésico para stress na escola e paixões mal resolvidas (na verdade hoje ele ainda o é para problemas no trabalho e discussões calorosas com amigos).
Não demorava muito, naquele lugar silencioso, com uma paisagem belissima eu tira-lo da capa, sentar na janela, pegar o caderninho de cifras e começar a tirar notas e acordes dele acompanhando com minha voz.
Não demorou muito, bateram na porta, eram 3 meninas pedindo para ouvir a musica que eu tocava, e assim o fiz. Repertório bem "jovens tardes anos 80", ao terminar de tocar a primeira musica, levantei a cabeça e tomei um susto: o quarto estava repleto de pessoas. E eu era o único homem presente.
O quarto fico tão lotado que pediram pra descer para o saguão e fomos eu, uns 2 amigos e toda uma horda feminina acompanhando e cantando a noite inteira. Até que cansados, fomos dormir.
Nos dias que se seguiram no Colégio, me sentia a sensação do momento: várias meninas da sétima e da oitava série (minha séria na época) vinham conversar, perguntar quando eu trazia o violão de novo, etc... Para mim, naquele colégio, aquilo era novo, pois eu fazia parte do grupo dos nerds excluídos, aquele bando de pessoas que gostavam de "Cavaleiros do Zodíaco."
Até que um dia levei o violão para o colégio (tinha que apresentar um trabalho com ele) Na hora do Recreio desci com ele, e as meninas surgiam de váários lugares para ouvir, namorados e ficantes enciumados apareciam, mas eram logo repreendidos pelas hipnotizadas meninas. Eu ali naquele momento, ganhava o respeito dos caras que sempre zoavam o nerdzinho fã de desenho animado. Até que os amigos apareceram.... e disseram...
- Ei Aiolos! Toca Cavaleiros...
Silêncio e suspense... tinha nas minhas mãos a chance de ser o popular e agora tudo estava a mercê de uma decisão..
- Vai Aiolos! Toca Cavaleiros...
Foi então que os presentes começaram a debochar dos crianções que não cresciam. Eu olhava diante daquele momento, não sabia o que fazer, eu estava adorando aquela paparicação toda, foi então que resolvi continuar a tocar o meu violão, lembrando dos momentos precedentes a os das meninas que pediam para ouvir a musica que eu tocava, então um acorde Mi menor veio acompanhado da frase.
- Tem sempre alguém no cosmo ajudando o cavaleiro a venceeeer...
A Platéia emudeceu e foi saindo uma por uma até que sobrou eu e os meus amigos cavaleiros que me acompanhavam empolgados. Tudo voltou ao normal e sinto que aquela decisão foi pro resto da vida. Se querem minha companhia, gostem de mim como sou e cantem junto...
- Pégasus, ajuda o seu cavaleiro, gelo, o dragão e os guerreiros... cavaleiros do zodíacoooooooo...
Abraços para todos
Era 1995, eu estava no meu ano de aluno agostiniano (sem mais perguntas), viajava com alguns colegas para Itatiaia. Levava meu violão a tiracolo. Na época, lembro-me bem de ter uma paixão adolescente-platônica, e que, como manda a tradição, era tijucana. Estudava no meu antigo colégio. Mas era uma paixão adolescente, daquelas que não tem hormonio que o faça olhar para outras... lembra até a mesma paixão que eu sinto hoje (viu noiva?).
Mas, ao contrário de hoje, como já disse, era uma paixão platônica, que inclusive namorava um faixa preta mega boga lutador de caratê. E eu, com meu tamanho, mas com meu jeito pacífico, resolvi ficar na minha e deixar passar.
De fato, esta pequena tristeza me acompanhava por aqueles tempos, mas meu violão a tiracolo era um bom anestésico para stress na escola e paixões mal resolvidas (na verdade hoje ele ainda o é para problemas no trabalho e discussões calorosas com amigos).
Não demorava muito, naquele lugar silencioso, com uma paisagem belissima eu tira-lo da capa, sentar na janela, pegar o caderninho de cifras e começar a tirar notas e acordes dele acompanhando com minha voz.
Não demorou muito, bateram na porta, eram 3 meninas pedindo para ouvir a musica que eu tocava, e assim o fiz. Repertório bem "jovens tardes anos 80", ao terminar de tocar a primeira musica, levantei a cabeça e tomei um susto: o quarto estava repleto de pessoas. E eu era o único homem presente.
O quarto fico tão lotado que pediram pra descer para o saguão e fomos eu, uns 2 amigos e toda uma horda feminina acompanhando e cantando a noite inteira. Até que cansados, fomos dormir.
Nos dias que se seguiram no Colégio, me sentia a sensação do momento: várias meninas da sétima e da oitava série (minha séria na época) vinham conversar, perguntar quando eu trazia o violão de novo, etc... Para mim, naquele colégio, aquilo era novo, pois eu fazia parte do grupo dos nerds excluídos, aquele bando de pessoas que gostavam de "Cavaleiros do Zodíaco."
Até que um dia levei o violão para o colégio (tinha que apresentar um trabalho com ele) Na hora do Recreio desci com ele, e as meninas surgiam de váários lugares para ouvir, namorados e ficantes enciumados apareciam, mas eram logo repreendidos pelas hipnotizadas meninas. Eu ali naquele momento, ganhava o respeito dos caras que sempre zoavam o nerdzinho fã de desenho animado. Até que os amigos apareceram.... e disseram...
- Ei Aiolos! Toca Cavaleiros...
Silêncio e suspense... tinha nas minhas mãos a chance de ser o popular e agora tudo estava a mercê de uma decisão..
- Vai Aiolos! Toca Cavaleiros...
Foi então que os presentes começaram a debochar dos crianções que não cresciam. Eu olhava diante daquele momento, não sabia o que fazer, eu estava adorando aquela paparicação toda, foi então que resolvi continuar a tocar o meu violão, lembrando dos momentos precedentes a os das meninas que pediam para ouvir a musica que eu tocava, então um acorde Mi menor veio acompanhado da frase.
- Tem sempre alguém no cosmo ajudando o cavaleiro a venceeeer...
A Platéia emudeceu e foi saindo uma por uma até que sobrou eu e os meus amigos cavaleiros que me acompanhavam empolgados. Tudo voltou ao normal e sinto que aquela decisão foi pro resto da vida. Se querem minha companhia, gostem de mim como sou e cantem junto...
- Pégasus, ajuda o seu cavaleiro, gelo, o dragão e os guerreiros... cavaleiros do zodíacoooooooo...
Abraços para todos
segunda-feira, outubro 15, 2007

A Viagem - Parte III
Entrando na Dutra paramos imediatamente o Carro. Os motoristas dos carros a frente resolveram parar para discutir o que fazer. Eu então peço indicações ao borracheiro local que nos explica como dar a volta por trás do Hotel Champion, ali no Jardim América.
Todos felizes prontos para voltar, os carros recomeçam sua jornada de retorno, entramos na rua onde tinha uma placa indicativa: "Jardim América" e logo abaixo a indicação "Vigário Geral ->". Agora eu rezava para que o carro da frente não errasse nada. De repente os vidros do Carro do Sr. Moraes sobem e Srta Barros intervem
- O que é isso Moraes? tá com calor?
- Não. To com medo mesmo.
Mas dessa vez o carro do Sr, Junior não erra; Voltamos a Av. Brasil, pegamos o Retorno Certo e finalmente pegamos a Washington Luis.
E andamos bastante, passamos pelo parque gráfico do Jornal "O Globo" e eu volto a provocar.
- Moraes, sem querer ser chato... não acha que devíamos assumir o carro líder?
- Bem, depois de tantos erros... mas acho que agora eles vão bem...
- Eu acho que não.
- Por que você diz isso?
- Porque acabamos de passar pela entrada da Rio Teresópolis e eles não foram.
- Bem.. talvez eles estejam pensando em pegar outro caminho...
- É... talvez, mas não tenho idéia de como ir para Cachoeiras por Petrópolis...
Após passar pela praça do Pedágio e começar a subir a Rio Petrópolis, sentimos o primeiro carro dar uma desacelerada... o que me faz prever que meu celular ia tocar a qualquer momento. Dito e feito ele toca.
- Beluga, é srta. Fittipaldi.
- Olá
- Nós erramos o caminho de novo... eu não sei mais o que fazer!!!
- Só um minuto - (afasto o telefone e tapo o fone) viro para o motorista do meu carro e digo -Sr. Morais...
- SIM!!! - responde Sr Morais - VAMOS ASSUMIR O CARRO CHEFE!!!!
- Ok... (volto ao celular) Srta. Fittipaldi, nós vamos a frente a partir de agora ok?
- Ok!
E vamos subindo a Rio Petropolis até chegar no posto da Policia Rodoviaria Federal. Lá liguei para o meu grande amigo, Sr. Mintz: Um petropolitano legítimo.
- Sr. Mintz
- Diga lá rapaz
- Estou indo para cachoeiras
- Isso é muito bom. Curta bastante.
- Hehe! mas to te ligando porque... bem cara... a história é longa mas... Estou na Rio Petropolis porque passei da entrada.
- Ah... tranquilo... onde você está?
- Sabe aquele posto Rodoviario onde ficam aqueles viadutos...
- Ah!!! VOCÊ REALMENTE SUBIU A RIO PETRÓPOLIS!!!
- É o que estou te falando.
- Cara.. o melhor caminho é voltar, pagar o pedágio de novo e pegar a Rio Teresópolis...
- Eu temia isso, mas ok! Obrigado cara
- De nada
E voltamos tudo de novo. Só que dessa vez com Sr. Moraes dirigindo o carro mestre. Passamos o pedágio e pegamos a entrada da Rio Teresópolis. o que nos aguarda? Não perca o último capitulo de "a Viagem". Parte integrante de "Biel Blog Cachoeiras de Macacu!"
Todos felizes prontos para voltar, os carros recomeçam sua jornada de retorno, entramos na rua onde tinha uma placa indicativa: "Jardim América" e logo abaixo a indicação "Vigário Geral ->". Agora eu rezava para que o carro da frente não errasse nada. De repente os vidros do Carro do Sr. Moraes sobem e Srta Barros intervem
- O que é isso Moraes? tá com calor?
- Não. To com medo mesmo.
Mas dessa vez o carro do Sr, Junior não erra; Voltamos a Av. Brasil, pegamos o Retorno Certo e finalmente pegamos a Washington Luis.
E andamos bastante, passamos pelo parque gráfico do Jornal "O Globo" e eu volto a provocar.
- Moraes, sem querer ser chato... não acha que devíamos assumir o carro líder?
- Bem, depois de tantos erros... mas acho que agora eles vão bem...
- Eu acho que não.
- Por que você diz isso?
- Porque acabamos de passar pela entrada da Rio Teresópolis e eles não foram.
- Bem.. talvez eles estejam pensando em pegar outro caminho...
- É... talvez, mas não tenho idéia de como ir para Cachoeiras por Petrópolis...
Após passar pela praça do Pedágio e começar a subir a Rio Petrópolis, sentimos o primeiro carro dar uma desacelerada... o que me faz prever que meu celular ia tocar a qualquer momento. Dito e feito ele toca.
- Beluga, é srta. Fittipaldi.
- Olá
- Nós erramos o caminho de novo... eu não sei mais o que fazer!!!
- Só um minuto - (afasto o telefone e tapo o fone) viro para o motorista do meu carro e digo -Sr. Morais...
- SIM!!! - responde Sr Morais - VAMOS ASSUMIR O CARRO CHEFE!!!!
- Ok... (volto ao celular) Srta. Fittipaldi, nós vamos a frente a partir de agora ok?
- Ok!
E vamos subindo a Rio Petropolis até chegar no posto da Policia Rodoviaria Federal. Lá liguei para o meu grande amigo, Sr. Mintz: Um petropolitano legítimo.
- Sr. Mintz
- Diga lá rapaz
- Estou indo para cachoeiras
- Isso é muito bom. Curta bastante.
- Hehe! mas to te ligando porque... bem cara... a história é longa mas... Estou na Rio Petropolis porque passei da entrada.
- Ah... tranquilo... onde você está?
- Sabe aquele posto Rodoviario onde ficam aqueles viadutos...
- Ah!!! VOCÊ REALMENTE SUBIU A RIO PETRÓPOLIS!!!
- É o que estou te falando.
- Cara.. o melhor caminho é voltar, pagar o pedágio de novo e pegar a Rio Teresópolis...
- Eu temia isso, mas ok! Obrigado cara
- De nada
E voltamos tudo de novo. Só que dessa vez com Sr. Moraes dirigindo o carro mestre. Passamos o pedágio e pegamos a entrada da Rio Teresópolis. o que nos aguarda? Não perca o último capitulo de "a Viagem". Parte integrante de "Biel Blog Cachoeiras de Macacu!"
quinta-feira, setembro 27, 2007
Capítulo II - A Viagem - Segunda ParteAinda na linha amarela, já começávamos a avistar a entrada para a Avenida Brasil. O primeiro carro então começava a dar o seu alerta e os outros então o seguiam.
No entanto algo inesperado aconteceu: Um caminhão se colocou entre o primeiro e o segundo carro. Apesar disso, Srta. Déia sabia que aquela era a entrada, mas como o Sr. Jr não sabia se a srta. Déia sabia que aquela era a entrada resolveu então desviar e seguir em frente na direção do fundão, O segundo e terceiro carros tiveram então que dar uma gigantesca manobra ja que estavam entrando na agulha. Tirando alguns sinalizadores do chão atropelados conseguimos fazer tranquilamente.
Ninguém entendeu aquela mudança repentina. E eu, Sr Morais, Srta. Barros, Srta Beluga e Sr. Nando comemorávamos, pois pensamos "Eles decidiram pegar a linha vermelha" e assim fomos até chegar no fundão onde veio a decepção: eles desviaram para poder voltar a Avenida Brasil sentido Centro e assim voltar a pegar a amarela para finalmente sairem certos.
voltaram tudo até a linha amarela então o primeiro carro entra dessa vez na saída para a Brasil... tudo certo? Nãããão!! o segundo carro segue adiante, pois ainda não tinham entendido aquela manobra e acharam que o erro foi não ter entrado na linha vermelha. Decidimos então parar. ligar e avisar para fazerem toooooda a manobra de novo que estávamos esperando na Av. Brasil.
Assim nos reencontramos de novo para seguir até o viaduto da penha de onde iríamos pegar a Washington Luiz. Eu viro para o Sr. Morais e comento de novo
- Acho que devíamos assumir o carro líder.
- Nah... ta tranquilo agora. Eles vão pegar a saída no Viaduto da Penha.
- Mas será que a Srta. Fitipaldi e o Sr. Junior sabem exatamente a saída do viaduto da Penha?
- Ora, está tudo bem sinalizado...
- É... nisso você tem razão.
- O que? ficar tranquilo?
- Não que está bem sinalizado. Olha ali a placa sinalizando nossa saída e que eles ignoraram completamente e estão seguindo em frente.
Celular toca... eu atendo.
- Alo Beluga! Erramos a entrada.
- É. eu percebi.
- Mas relaxa, a gente vai pegar o Retorno logo ali na frente.
- Ok. vamos indo. bjs
- bjs. tchau.
desligo... passam alguns kilometros...
- Morais, você não acha que deveríamos assumir o carro líder?
- Dessa vez não tem mais erro Beluga. Olha lá... até estão entrando
- É... numa Entrada que está escrito RODOVIA PRESIDENTE DUTRA! ou seja: Erramos de novo, estamos fora do nosso caminho e o pior... INDO A CAMINHO DE SÃO PAULO NUM FERIADÃO!!!!
- Ich... danou-se
(Continua...)
No entanto algo inesperado aconteceu: Um caminhão se colocou entre o primeiro e o segundo carro. Apesar disso, Srta. Déia sabia que aquela era a entrada, mas como o Sr. Jr não sabia se a srta. Déia sabia que aquela era a entrada resolveu então desviar e seguir em frente na direção do fundão, O segundo e terceiro carros tiveram então que dar uma gigantesca manobra ja que estavam entrando na agulha. Tirando alguns sinalizadores do chão atropelados conseguimos fazer tranquilamente.
Ninguém entendeu aquela mudança repentina. E eu, Sr Morais, Srta. Barros, Srta Beluga e Sr. Nando comemorávamos, pois pensamos "Eles decidiram pegar a linha vermelha" e assim fomos até chegar no fundão onde veio a decepção: eles desviaram para poder voltar a Avenida Brasil sentido Centro e assim voltar a pegar a amarela para finalmente sairem certos.
voltaram tudo até a linha amarela então o primeiro carro entra dessa vez na saída para a Brasil... tudo certo? Nãããão!! o segundo carro segue adiante, pois ainda não tinham entendido aquela manobra e acharam que o erro foi não ter entrado na linha vermelha. Decidimos então parar. ligar e avisar para fazerem toooooda a manobra de novo que estávamos esperando na Av. Brasil.
Assim nos reencontramos de novo para seguir até o viaduto da penha de onde iríamos pegar a Washington Luiz. Eu viro para o Sr. Morais e comento de novo
- Acho que devíamos assumir o carro líder.
- Nah... ta tranquilo agora. Eles vão pegar a saída no Viaduto da Penha.
- Mas será que a Srta. Fitipaldi e o Sr. Junior sabem exatamente a saída do viaduto da Penha?
- Ora, está tudo bem sinalizado...
- É... nisso você tem razão.
- O que? ficar tranquilo?
- Não que está bem sinalizado. Olha ali a placa sinalizando nossa saída e que eles ignoraram completamente e estão seguindo em frente.
Celular toca... eu atendo.
- Alo Beluga! Erramos a entrada.
- É. eu percebi.
- Mas relaxa, a gente vai pegar o Retorno logo ali na frente.
- Ok. vamos indo. bjs
- bjs. tchau.
desligo... passam alguns kilometros...
- Morais, você não acha que deveríamos assumir o carro líder?
- Dessa vez não tem mais erro Beluga. Olha lá... até estão entrando
- É... numa Entrada que está escrito RODOVIA PRESIDENTE DUTRA! ou seja: Erramos de novo, estamos fora do nosso caminho e o pior... INDO A CAMINHO DE SÃO PAULO NUM FERIADÃO!!!!
- Ich... danou-se
(Continua...)
quarta-feira, setembro 19, 2007
Dicas para uma boa bienal do livro
1 - Quando visitar um stand, memorize a porta que entrou e saia por ela. Assim você não corre o risco de entrar em outro corredor e deixar de passar por outros estandes.
2 - Peça ao stand um desconto. Insista, seja chato.
3 - Nem sempre o stand da editora é o que tem maior desconto. As vezes as distribuidoras fazem descontos maiores.
4 - Quando escolher um livro tenha certeza que irá le-lo antes da próxima Bienal (acredite pode acontecer do livro ficar o tempo todo enfeitando a estante.) a não ser que seja um livro que custa 90 reais e lá está com desconto por 50.
5- Ao ouvir um chamado(tipo um psiu) ignore, se atender por acaso, fale da forma mais rispida que não quer brinde da editora globo e nem da abril.
6- Esqueça essa história de ganhar uma enciclopédia Barsa! Você não vai ganhar e só vai perder tempo preenchendo fichinha de mala direta.
2 - Peça ao stand um desconto. Insista, seja chato.
3 - Nem sempre o stand da editora é o que tem maior desconto. As vezes as distribuidoras fazem descontos maiores.
4 - Quando escolher um livro tenha certeza que irá le-lo antes da próxima Bienal (acredite pode acontecer do livro ficar o tempo todo enfeitando a estante.) a não ser que seja um livro que custa 90 reais e lá está com desconto por 50.
5- Ao ouvir um chamado(tipo um psiu) ignore, se atender por acaso, fale da forma mais rispida que não quer brinde da editora globo e nem da abril.
6- Esqueça essa história de ganhar uma enciclopédia Barsa! Você não vai ganhar e só vai perder tempo preenchendo fichinha de mala direta.
sexta-feira, setembro 14, 2007

- Hora de levantar... são 4:10 da manhã.
Uma doce voz seguida de um beijo me alertava: eu tinha 50 minutos para terminar de arrumar as malas, tomar banho e me arrumar. Aliás a dona da voz também tinha esse tempo para fazer essas coisas. É claro que diante disso teríamos que sacrificar o café. Mas como chegariamos cedo a cachoeiras, a probabilidade de fazer um café da manhã lá era grande.
Os 50 minutos passaram... e ninguém estava a porta de minha casa.
"5 horas em ponto... eles diziam..." eis a mensagem que eu enviava no torpedo ás 5:15 para todos os 3 motoristas que juntos iriam a cachoeiras de macacu para passar um agradável feriado. Ao mesmo tempo, era uma despedida da casa que tantas aventuras marcaram inclusive a este blog já que os donos decidiram vende-la. Por isso muitos dos que foram, repetiam esse gesto com muita atenção e carinho... bem... talvez nem tanta atenção assim... vocês irão me entender...
5:20 eles chegaram, conseguimos depois de muito jogar tetris colocar 14 pessoas e muitas malas e colchonetes no carros. Partimos para um posto para os exames finais e lá nos organizamos. Eis que Srta. Fittipaldi (é... a mesma!) nos descreve o caminho.
- Pegamos a linha amarela, descemos na Brasil, daí vamos até o viaduto da penha onde fazemos o retorno para pegar a Rio Petrópolis e de lá pegamos a Rio Teresópolis pra entrar na Parada Modelo e seguir até cachoeiras... alguma dúvida?
- Sim - respondo - por que ao invés da Brasil a gente não pega a Linha Vermelha? é bem mais rápido e fácil
- É esse o caminho que conheço Sr. Beluga!
Como o carro que guiava a viagem era o dela e como ela era a anfitriã, resolvi respeitar a decisão. E fomos nós. Primeiro carro guiado por Sr. Jr e Srta. Fitippaldi como co-pilota, segundo carro com Srta. Deia e Sr. Marzullo como co-piloto e terceiro carro com Sr. Moraes e quem vos relata como co-piloto.
Ainda no início da viagem, ainda na Linha amarela, diante do belo nascer do sol de 6 da manhã, a co-pilota do primeiro carro, Srta. Fittipaldi coloca as mãos para fora com o objetivo de curtir o vento. Sr. Junior a repreende afirmando que além de ser perigoso o Carro de trás poderia interpretar como aviso de algo errado.
Srta. Fittipaldi prontamente coloca as mãos para dentro do carro. e segundos depois o segundo carro, da Srta Déia joga um farol alto para o primeiro carro. Sr. Jr prontamente liga o pisca alerta e reduz, e os carros de trás fazem a mesma coisa... e ficaram os 3 carros com pisca alertas ligados a 50 km/h na pista da esquerda da linha amarela. E todos tentando entender o que aconteceu até que alguem no carro da Srta. Deia ligou para o primeiro carro perguntando...
- O que houve? vocês colocaram o braço pra fora e diminuiram
- Não. Vocês que mandaram um farol alto.
- Mas vocês colocaram o braço pra fora e diminuiram
- Diminuimos porque vocês jogaram o farol alto.
- Não houve nada!
- Aqui também não.
- Então vamos seguir...
e voltaram a velocidade normal.
Nisso Srta. Barros que estava com a gente ligou para o primeiro carro e descobriu tudo o que aconteceu. Nós rimos e eu comentei enquanto passava os óculos escuros para o Sr. Morais...
- Sr. Morais, não acha que deviamos assumir o posto de carro guia? to com receio de que isso não parar aqui...
- Nah! Vamos seguir... a gente chega lá... E assim continuamos os 3 tranquilamente... pelo menos até a entrada da Brasil...
(Continua)
quinta-feira, setembro 13, 2007
5 anos... o tempo passa...
A necessidade do homem de plantar uma árvore, ter um filho ainda não foi suprida. Mas a de escrever um livro foi suprida pelos blogs...
"Livro eu não escrevi... mas tenho um blog com 7 mil visitas por dia" dizem alguns enquanto clicam no botão atualizar 7 mil vezes ao dia. Outros até tem a pretensão de ficar famosos e aí sim escrever um livro (vide Bruna Surfistinha) e aí surgem os blogueiros, esses gigantes da comunicação brasileira como dizia o André Dahmer.
O fato é que tenho um blog e não dei a sorte do André Neves que com o seu Melhoramento Constante conseguiu ganhar mais de 300 visitas diárias em menos de um mês, ou como a Kath do Casa1o1 que sempre ganha vários comentários em seus posts. Estou como o girardet do Cosmonauta de Mármore ou como o Jorge do Na Pretensão. Ali parados, calmos, discretos sempre escrevendo e não se importando se alguem comenta ou não. Ao Contrário do Varela cujo blog é que nem eleição: Só fica na promessa, ou como a Penny que só escreve no Across My Universe quando dá na telha. Até meu alter Ego dos Designers Justiceiros recebe mais coments do que eu. Eu agradeço até ao Jovem Nerd que com seu sucesso me deu um espacinho para divulgar notícias sobre animação
Mas não quero reclamar. Pois o divertido é compartilhar com os amigos essas histórias. Assim foi com as viagens pra cachoeiras, as viagens de férias, os acontecimentos com os amigos, as aventuras que eu passo sozinho... e aí não apenas os comentários virtuais mas os reais surgem. É até surpreendente quando a Srta. Beluga me comenta ao vivo que andou me visitando por aqui, ou quando os colegas do trabalho como a Srta. Carla e a Srta. Glaucia vem rindo de alguma situação escrabosa que aconteceu comigo.
E também é legal volta no tempo. Pegar os primeiros posts onde a forma como eu escrevia ainda era mobral (agora é primária) e ver quanta coisa em 5 anos aconteceu, ver que aqui tem um registro agradável de 5 anos de vida, pensamentos, diversão, críticas, desabafos, comemorações...
Enfim... se tem Biel Blog é porque tenho amigos e enquanto os tiver, sempre terei uma história boa pra contar.
Obrigado pela sua visita nestes 5 anos e obrigado aos amigos que sempre participaram deste lugar.
Abraço para todos
PS: Os posts de Biel Blog Cachoeiras de Macacu começam amanhã
"Livro eu não escrevi... mas tenho um blog com 7 mil visitas por dia" dizem alguns enquanto clicam no botão atualizar 7 mil vezes ao dia. Outros até tem a pretensão de ficar famosos e aí sim escrever um livro (vide Bruna Surfistinha) e aí surgem os blogueiros, esses gigantes da comunicação brasileira como dizia o André Dahmer.
O fato é que tenho um blog e não dei a sorte do André Neves que com o seu Melhoramento Constante conseguiu ganhar mais de 300 visitas diárias em menos de um mês, ou como a Kath do Casa1o1 que sempre ganha vários comentários em seus posts. Estou como o girardet do Cosmonauta de Mármore ou como o Jorge do Na Pretensão. Ali parados, calmos, discretos sempre escrevendo e não se importando se alguem comenta ou não. Ao Contrário do Varela cujo blog é que nem eleição: Só fica na promessa, ou como a Penny que só escreve no Across My Universe quando dá na telha. Até meu alter Ego dos Designers Justiceiros recebe mais coments do que eu. Eu agradeço até ao Jovem Nerd que com seu sucesso me deu um espacinho para divulgar notícias sobre animação
Mas não quero reclamar. Pois o divertido é compartilhar com os amigos essas histórias. Assim foi com as viagens pra cachoeiras, as viagens de férias, os acontecimentos com os amigos, as aventuras que eu passo sozinho... e aí não apenas os comentários virtuais mas os reais surgem. É até surpreendente quando a Srta. Beluga me comenta ao vivo que andou me visitando por aqui, ou quando os colegas do trabalho como a Srta. Carla e a Srta. Glaucia vem rindo de alguma situação escrabosa que aconteceu comigo.
E também é legal volta no tempo. Pegar os primeiros posts onde a forma como eu escrevia ainda era mobral (agora é primária) e ver quanta coisa em 5 anos aconteceu, ver que aqui tem um registro agradável de 5 anos de vida, pensamentos, diversão, críticas, desabafos, comemorações...
Enfim... se tem Biel Blog é porque tenho amigos e enquanto os tiver, sempre terei uma história boa pra contar.
Obrigado pela sua visita nestes 5 anos e obrigado aos amigos que sempre participaram deste lugar.
Abraço para todos
PS: Os posts de Biel Blog Cachoeiras de Macacu começam amanhã
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